No interior de São Paulo, a cidade de São Carlos com 220 mil habitantes e uma população flutuante de 30 mil universitários, é como um Vale do Silício brasileiro. Com cursos e empresas ligados a tecnologia, a cidade concentra o maior número de pesquisadores com doutorado do país.

Com tanto talento não podia acontecer outra coisa: a cidade virou um polo de startups. O professor da USP São Carlos, André Carvalho, diz que já é possível sentir que o fluxo inverteu em relação aos anos 80. Agora os alunos permanencem na cidade.

Isso é reflexo de uma ideia pioneira dos professores André e Solange Rezende de implementar disciplinas de empreendedorismo no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP de São Carlos.

Um exemplo de estudante que saiu, mas voltou para São Carlos é o do Thiago Christof, formado em Ciências da Computação na Universidade Federal de São Carlos. Ele foi trabalhar um tempo em uma cidade da região e voltou em 2009 para montar uma startup.

A inspiração veio de uma visita que fez ao Vale do Silício. A startup do Thiago usa inteligência artificial para melhorar o atendimento das empresas e oferece um plano básico para pequenas empresas a partir de R$ 99 mensais. Hoje, a maioria dos 15 funcionários da startup é formada em São Carlos, ou seja, a cidade forma talentos e produz tecnologia.

 

Vale do Silício brasileira

E não são só os estudantes que se formam em São Carlos que estão investindo na cidade. Tem muita gente de fora, inclusive da capital paulista, que está indo para o Vale do Silício brasileiro.

A startup do Thiago é uma das 17 instaladas em um novo espaço criado pelo publicitário Anderson Criativo e o sócio Leandro Palmieri, formado em Comunicação e Marketing. Eles tinham uma agência de comunicação e prestavam serviço para muitas startups.

Há seis meses, resolveram mudar de vida e criaram um centro de inovação em São Carlos. Os empresários ganham com o aluguel de espaços e com patrocínio, mas eles dizem que as empresas pagam barato para estarem no galpão das startups, que faz parte de um complexo de 21 mil metros quadrados.

Anderson e o sócio alugaram o lugar para abrigar empresas de tecnologia, arte e cultura. O próximo prédio será o espaço cultural e cervejaria. Os empresários esperam abrigar pelo menos 300 startuts quando todo o complexto estiver pronto. Eles não revelam o quanto será investido para transformar a velha fábrica de tecidos em um novo centro de inovação. Confira a matéria completa no site: G1

 

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